A unidade da Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) em Anápolis recebeu, na manhã desta quarta-feira (19/08), uma roda de conversa do projeto Pausas para Acolher, promovido pelo Centro de Atendimento Multidisciplinar (CAM). A atividade foi desenvolvida junto a servidoras, servidores, terceirizadas, terceirizados, estagiárias e estagiários da Instituição, com o objetivo de promover o diálogo e a troca de experiências para orientar e contribuir para a melhoria contínua dos atendimentos ao público em situação de vulnerabilidade.
A ação foi conduzida pelas psicólogas Marilia Milhomem, diretora de Saúde Institucional do CAM, e Gabriela Cristina do Nascimento e pelo psicólogo Jeferson Botelho. Na oportunidade, foi proposta uma conversa sobre a importância da atenção e do cuidado com a saúde mental do próprio público interno para a execução de uma escuta qualificada e cuidadosa das pessoas assistidas, que também apresentam demandas emocionais e de saúde mental.
Para os participantes, a atividade foi importante para apresentar as dificuldades relativas ao contato com o público da Defensoria e compreender, sob diversas perspectivas, situações que são compartilhadas por várias pessoas.
“Acho de grande relevância essas iniciativas para que a gente possa se integrar como equipe, cada um sentir as necessidades do outro e para que o serviço possa fluir com qualidade para o melhor atendimento do nosso público-alvo, que são os assistidos”, disse a assessora Ariane Aragão, de 39 anos. “Foi uma ajuda de extrema importância para o autoconhecimento”, acrescentou.
Pausas para Acolher
O projeto Pausas para Acolher integra as ações da Divisão de Saúde Institucional do CAM, com foco no cuidado com os colaboradores e na qualificação do atendimento prestado pela Defensoria Pública. A iniciativa partiu de demandas apresentadas durante a Pesquisa de Clima Organizacional de 2025, a partir da qual a Divisão de Saúde Institucional identificou a necessidade de acolher e capacitar seus colaboradores para atendimentos sensíveis, empáticos e eficientes, com foco na escuta qualificada, saúde mental e nos direitos das pessoas em situação de vulnerabilidade.