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03/09/2025

AM: Defensoria Pública monitora a situação das queimadas no estado

Fonte: ASCOM/DPEAM
Estado: AM
A Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM), por meio do Grupo de Articulação e Atuação Estratégica para Acesso à Justiça dos Grupos Vulneráveis e Vulnerabilizados (GAEGRUV), monitora as queimadas e incêndios florestais no Estado, que nos últimos anos têm se intensificado, resultando em nuvens de fumaça, que poluem o ar e prejudicam a saúde da população.
 
Caso haja agravamento das condições, medidas judiciais e extrajudiciais poderão ser tomadas para o enfrentamento da situação.
 
Nesta terça-feira (2), a Defesa Civil estadual emitiu alerta de qualidade “ruim” do ar em Humaitá e “moderada” em outras 16 localidades do interior, orientado a população a usar máscaras e analisar a possibilidade de deixar a área impactada pela fumaça.
 
Integrante do GAEGRUV, a defensora Fernanda de Carvalho e Santos explica que DPE-AM acompanha de perto a situação, sobretudo diante da sua repercussão social, ambiental e humanitária, especialmente em períodos de estiagem (julho a setembro). Contudo, os dados oficiais mais recentes apontam uma redução significativa no número de focos de incêndio em 2025, em comparação com os anos anteriores, o que indica que, por ora, não há necessidade de medidas judiciais imediatas.
 
“Ainda assim, a Defensoria seguirá monitorando continuamente os indicadores ambientais, e, caso haja aumento ou agravamento da situação, está pronta para adotar as providências cabíveis em defesa da população, especialmente dos grupos mais vulneráveis”, destacou a defensora.
 
Conforme levantamento feito pela DPE-AM nos bancos de dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) neste ano, até agora, foram registrados 1.980 focos de calor no Amazonas, uma redução expressiva na comparação com 2024, quando foram contabilizados 25.499. Em 2023, foram 19.601 focos.
 
Fumaça
Boletim emitido pela Defesa Civil às 7h20 aponta que poluição atmosférica por partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5 micrômetros (µm) em Humaitá chegou a ficar entre 50 e 75 µg/m³. Para serem considerados “bons”, os indicadores precisam estar entre 0 e 15.
 
Conforme a Defesa Civil, quando o ar está “ruim”, toda a população pode apresentar sintomas como tosse seca e cansaço, ardência nos olhos, no nariz e na garganta. Pessoas pertencentes a grupos sensíveis – como crianças, idosos e indivíduos com doenças respiratórias e cardíacas – podem sofrer efeitos mais graves na saúde.
 
No boletim das 7h50, a qualidade do ar foi considerada “moderada” em Tabatinga, São Paulo de Olivença, Japurá, Fonte Boa, Eirunepé, Carauari, Boca do Acre, Japurá, Jutaí, Envira, Lábrea, Apuí, Manicoré (distrito de Santo Antônio do Matupi), Novo Aripuanã, Borba e Autazes.
 
Neste caso, segundo a Defesa Civil, pessoas de grupos sensíveis (crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias e cardíacas) podem apresentar sintomas como tosse seca e cansaço, mas a população em geral não é afetada.
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