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11/04/2025
ANADEP participa da abertura de congresso sobre "Temas Previdenciários e os Desafios da Instrução Concentrada"
Fonte: ANADEP* com informações do TRF3
A presidenta da ANADEP, Fernanda Fernandes, participou da abertura do congresso “Fluxos Procedimentais em Temas Previdenciários e os Desafios da Instrução Concentrada”. O evento aconteceu na quinta-feira (10), na sede do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), em São Paulo. O congresso é realizado até sexta-feira (11).
Na ocasião, magistrados, procuradores, defensores públicos, advogados e operadores do Direito debatem conjuntamente soluções inovadoras para tornar os processos previdenciários menos burocráticos e mais acessíveis, especialmente para segurados em situação de vulnerabilidade.
Durante o evento, a presidenta da ANADEP, Fernanda Fernandes, ressaltou o debate essencial para os temas previdenciários na atualidade. A dirigente chamou atenção para os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que aponta mais de 32 milhões de pessoas idosas no país.
"Registro a minha honra em saber que este Congresso tem um enfoque que, facilmente se percebe nos títulos dos painéis e oficinas, de promover acima de tudo uma justiça cada vez mais célere com a instrução concentrada e, portanto, mais eficiente. Afinal, não temos como falar que uma justiça tardia é de fato justiça. Um congresso que não descuida da atenção de um processo que deve ser humano e que deve olhar para as partes e testemunhas com as suas especificidades. Preocupações que, inclusive, são experiências da Defensoria Pública que é a de ouvir aqueles que são destinatários da justiça. Pessoas que, muitas vezes, têm inclusive a dificuldade de traduzir a sua demanda de dignidade. Que a gente possa contribuir com essa bela missão dos senhores e das senhoras de levar justiça a quem mais precisa em um país ainda marcado pela pobreza e pela hipossuficiência econômica", pontuou.
O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e diretor do CEJ/CJF, ministro Luis Felipe Salomão, ressaltou a parceria com as escolas das instituições e entidades, buscando aprimorar a qualificação.
“O envolvimento das escolas é fundamental para a realização de eventos que discutam temas previdenciários, identificando os gargalos da Justiça Federal. Utilizar a instrução concentrada é uma das formas para agilizar a prestação da jurisdição. A qualificação de juízes e o envolvimento de todos do sistema de Justiça são cruciais para a resolução de problemas e construção de uma nova justiça”, salientou.
Também participaram da abertura e da primeira parte do Congresso a conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e desembargadora federal Mônica Nobre; a procuradora-geral federal Adriana Maia Venturini; e o presidente da Ajufe, juiz federal Caio Castagine Marinho.
O evento é uma realização do Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CEJ/CJF) e a Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (Emag), com apoio da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).