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17/10/2019

BA: Violência contra à mulher é debatido no terceiro encontro do projeto Direitos Humanos nas Escolas

Fonte: ASCOM/DPE-BA
Estado: BA
Violência contra à mulher é debatido no terceiro encontro do projeto Direitos Humanos nas EscolasO Ministério da Saúde registra que, no Brasil, a cada quatro minutos uma mulher é agredida por um homem. De acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), em 2018 foram registrados mais de 145 mil casos de violência dos mais variados tipos, como a violência física, sexual, psicológica, entre outras.
 
E foi apresentando esses dados alarmantes que o terceiro encontro do projeto Direitos Humanos nas Escolas: Discutindo de todos os jeitos, que tem iniciativa da Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA), abordou o tema “Violência Contra à Mulher”, visando sensibilizar os jovens por meio do diálogo e fomentar discussões sobre como prevenir e denunciar essa prática.
 
“Precisamos enfatizar que o ciclo da violência contra à mulher não começa de imediato com a agressão física, mas inicia muito antes, de outras formas. Esses adolescentes, que muitas vezes estão começando a vida amorosa por agora, devem ter ciência dessas questões. E esse é o objetivo, debater temas que dialoguem com situações vividas ou vistas por eles”, ressaltou a coordenadora da especializada de Direitos Humanos, Lívia Almeida.
 
O diálogo, que ocorreu no Centro Estadual de Educação Anísio Teixeira na manhã de hoje, 16, levantou tópicos como: estereótipo, divisão sexual de trabalho, relacionamento abusivo e seus sinais e assédio. Foi feita ainda uma retomada da Lei Maria da Penha, na qual foi explicada o motivo do seu surgimento e como funciona, bem como exposto um vídeo reflexivo de como as pessoas reagem em situação de violência.
 
Para o estudante Júlio César, 18, o debate serviu para esclarecer algumas dúvidas e ficar mais atentos a possíveis sinais de agressão que colegas ao seu redor estejam passando. “É muito importante para nós, meninos, assistirmos a esse tipo de palestra. Não acontece com a gente mas é uma forma de entendermos melhor a situação e até mesmo denunciar casos que eu possa presenciar.  Tudo que foi dito e mostrado aqui, me fez abrir o olho para jamais agir assim, independente de qualquer coisa”, relatou o jovem.
 
Sobre o projeto
 
O Projeto “Direitos Humanos nas Escolas: Discutindo de todos os jeitos” é destinado a adolescentes da Rede Estadual de Educação de Salvador, tendo como objetivo trabalhar a compreensão das relações de poder na sociedade contemporânea e os seus desdobramentos.
 
A palestras são organizadas pelos estagiários de gênero e diversidade da coordenação de Direitos Humanos, com foco em abordar violações sofridas por indivíduos imersos nas engrenagens de opressão (gênero, raça, classe e sexualidade), bem como a construção dos estereótipos de gênero, de violência contra à mulher, de preconceito racial, de LGBTfobia, de Transfobia e de intolerância religiosa.
 
Para Dávini Ramos, estagiária de gênero e diversidade, poder falar para um público com a mesma faixa etária gera uma relação de aproximação. “Usar uma ferramenta que nós temos, que sou eu enquanto estagiária, enquanto uma jovem de 20 anos, para fazer esse diálogo é fundamental. A linguagem é parecida e eles acabam interagindo mais”, expôs a estagiária, que ministrou a conversa sobre o tema.
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