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07/02/2019

PI: Núcleo de Direitos Humanos trabalha pelo empoderamento da população em situação de rua

Fonte: ASCOM/DPE-PI
Estado: PI
O Defensor Público Igo Castelo Branco de Sampaio, do Núcleo de Direitos Humanos e Tutelas Coletivas, participou, na última semana, de reunião com pessoas em situação de rua. O encontro aconteceu na casa que a Pastoral de Rua mantém no Centro de Teresina e contou com a presença do Padre João Paulo Carvalho e Silva, que é o Coordenador da Pastoral do Povo de Rua.
 
Na oportunidade, o Defensor Público conversou com as pessoas presentes em relação aos seus direitos e também sobre a necessidade de se organizarem, para fortalecer a busca por melhor qualidade de vida.
 
“Sentimos a necessidade de uma aproximação maior da Defensoria Pública com a população de rua. Já atendemos demandas localizadas mas, dentro da nossa atuação em educação em direitos, percebemos ser uma obrigação nossa trabalhar para o processo de empoderamento dessas pessoas. Sabemos que em outros Estados as pessoas em situação de rua já estão organizadas em associações ou coletivos e sendo assim, em parceria com a Pastoral, aceitamos esse desafio e tivemos essa primeira roda de diálogo, discutindo a linha dos Direitos Humanos, o trabalho da Defensoria, dentro da percepção deles, no sentido de se sentirem protagonistas”, disse Igo de Sampaio.
 
O Defensor avalia como positivo o encontro. “As ferramentas que utilizamos foram voltadas para o empoderamento. Buscamos que eles sentissem que direitos só serão efetivamente conquistados se assumirem o protagonismo, cobrarem do poder público. Acreditamos que saíram com o dever de casa de ampliar esse contato com  outras pessoas em situação de rua, para que possam criar um coletivo que garanta que estejam inseridos em qualquer tipo de discussão sobre política pública para população de rua. Dentro da máxima que diz “ nada de nós sem nó”. A Defensoria entende que por mais que cumpra sua missão de assistir as pessoas dentro de vários segmentos, não pode substituir essas pessoas no seu protagonismo. É necessário que eles indiquem que tipo de políticas precisam. Por parte da Defensoria firmamos com eles esse compromisso em Direitos Humanos em conjunto com a Pastoral, para assessorar esse coletivo”, diz.
 
Igo de Sampaio informa ainda que a ideia é inserir outros Núcleos da Defensoria no processo. “A intenção é que esse processo conte com a presença de outros Defensores Públicos, porque não se trata de uma situação específica, as pessoas em situação de rua têm problemas que necessitam de outras Defensorias, como as de Família, Cível, Criminal, entre outras. Como nossa prioridade na Defensoria é o vulnerável, entendemos que a população de rua é o vulnerável do vulnerável e precisamos ajudá-los a conseguirem a garantia mais efetiva de cidadania, estando eles devidamente seguros de estarem defendendo os seus direitos”, finaliza Igo de Sampaio.
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